Julho 10, 2008...2:46 am

Into the Wild, etc

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Reset feito ainda a tempo de poder, agora, riscar mais uma da folha. Talvez vá tentar melhorar que 14 soube-me a pouco. As minhas de redes e afins têm de sair com mais distinção, ora.

É engraçado até a forma fácil com que oiço sobre estes assuntos. Talvez afinal eu ter passado a Redes I o ano passado pela via de probabilidade reduzida (pela via teórica; tirei 10 em 12 possíveis; nem a Andreia e sua média de 16 de curso me alcançou neste, lol) até tenha sido uma boa opção. Aquele molho de (deixa cá ver) 679 páginas que me obriguei durante duas semanas a conseguir saber estabeleceu, de facto, a base para tudo de mais complexo.

E já foi há algum tempo que vi Into the Wild.

Irmão da Eva dizia que sim, era aquela coisa toda de espectacular. E mais pessoas diziam que sim, era um filme que minha nossa, que bom.

Ele não é um mau filme. Mas não é aquilo tudo que andaram a pintar. Eu até fiquei um bocado bored com o desenrolar das coisas. Na verdade cheguei ao fim e berrei esta palhaçada acaba assim? Que gajo tão estúpido.

É tudo muito bonito, vidas reais e tal, mas eu não consigo gostar. Nada a apontar em termos técnicos; tudo muito competente e acima da média. É só que… mesmo com cenas majestosas — como a do senhor idoso na montanha — e magnificamente bem realizadas; até com uma gaja estupidamente fofa para despertar o lado ternurento do sexo masculino… não gostei particularmente do filme.

E baratas é uma chatice. É, há quem se pergunte porquê — não vou mencionar nomes :P — mas só quem nunca viu uma para perguntar o que aquela coisa nojenta poderá fazer de mal. Quatro no espaço de três dias originou uma reunião de emergência na casa!

Nunca tínhamos enfrentado nada assim, pelo que nossas soluções iniciais, agora, parecem um pouco patéticas. Gajos, dirão as moças. Não sei, a verdade é que soou bem fechar as janelas da rua. Quem sabe elas podiam voar. Não se negue à partida aquilo que se desconhece sempre ouvi dizer. Muitas geringonças com tapetes depois, a Adriana lá nos facultou um spray. Miraculoso. Nunca mais as vimos.

É sempre bom ter uma moça por perto. Facto!

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