E não é que fiz anos!

Coisa mai linda. Eu sou o tipo da foto, equipado para a minha festazona de anos. Fui de muçulmano, mas sem esquecer o chapéu festivo claro. Foi uma grande festa, oh se foi.
…
NOT
Na verdade fiz uma directa para acabar o maldito trabalho de goe. Às duas da tarde lá fui dormir. Depois acordei, e tive de comer. Olha o meu dia de aniversário já acabou.
Os meus dias de aniversário sempre foram uma porcaria.
Óbvio que nem um algarvio se lembrou de mim. Bem… uns dias depois o Miguel lá se lembrou quando falou com a minha Eva.
Mas quem mesmo me deu uma palavra? — família e namorada não conta; era melhor que não dissessem nada!
O João; uns dias antes — sms
A Vera; 9º ano já vai longe mas há pessoas que não se esquecem mesmo ^_^ — sms
O Diogo — sms
A Elizette — sms
A Marta — telefonou (yay, um telefonema!)
A Mary — num chenfrim doido no msn, lol. xD Uma hora antes porque na Itália etc etc. Eu perdoei, lol.
A Joana de Lisboa — sms
Tiago — mail
Miguel — sms
Os meus colegas de casa. (=O)
A Joana de Coimbra– menssagem via serviço manhoso, lol.
A Violeta — atrasadíssimaaa :@ ; mas perdoadissima após aquele mail ultrapersonalizado xD. Andei a investigar e não me pareceu que seja mail prototipo para se enviar a toda gente =P
E chega. Não é de facto muita gente e telefonar só a Marta mesmo. E ela no fim falou algo que me deixou a pensar. De quem agente gosta mesmo telefona, não se manda um sms. Algo assim. E na verdade, reparo que agora é quase oficial o envio de sms para parabenizar alguém. O que é uma forma bem gira de se dizer a alguém algo de forma muito confortável. É só a quantidade de gente que envia, independentemente do tipo de relação, real ou institucional que me aborrece em relação às sms. Tipo, o meu padrinho mandou-me um sms. WTF?
Bem, ano após ano eu digo o mesmo, por isso nem que seja por tradição: tenho uns amigos da treta. As excepções, poucas, confirmam a regra.
E às 4h da manhã, fui ver o filme. Foi a minha autoprenda.
Martian Child, que havia visto referido no blogue da Joana como sugestão.

À partida um filme do John Cusak não é algo que me agrade muito. Mas insistiram que sim, era bom, e eu não me fiz de rogado. É um filme meio drama, meio comédia, o que só por si é meio caminho andado para um filme nem quente nem frio.
E abriu logo o jogo no inicio do filme, deixando claro qual seria o carrocel de emoções que o mesmo iria transmitir. Um crescendo inicial de familiarização com as personagens; depois adopção; segunda parte a abrir com a novidade e as coisas eventualmente a começarem a correr mal durante o processo de “quotidiano” e uma última parte com a resolução progressiva de algumas pontas até ao desfecho do mote para a existência do filme.

E tendo em conta isto não era assim tão fácil como isso o conceito resultar num filme execelente. Sempre a bom ritmo, com uma realização imaculada — é nestas alturas que tipos como o Michael Bay se reduzem à sua insignificância — e um puto dum actor que vai lá vai. É impossível não gostar do puto!
E chorei caramba! :O
Vejam. Com vigor!!

2 Comentários
Julho 3, 2008 ás 12:23 am
:$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$
Julho 7, 2008 ás 10:37 am
eu sei eu sei que tu fizeste anos…:S vi no hi5, só que nunca consigo dizer happy birthday a pessoa no próprio dia…eu sou mesmo muito esquecida…nunca me lembro do dia de anos de ninguem, nem sei qual é a data de hoje :S, ou seja, quando eu digo ninguém, é mesmo ninguém, espero que não fiques triste, deixa lá, também não te lembraste dos meus pffff….HAPPY BIRTHDAY TO YOU! and remember: always update your head!