Outubro 28, 2009

Hung

Hung é uma série da HBO (The Sopranos, The Wire — provavelmente as duas melhores séries de sempre) e é precisamente por causa disso que a fui ver.

Nas internetes falava-se que finalmente a HBO tinha uma nova grande série. Pelo que via, nada me despertava interesse, mas resolvi confiar. E depois de ver 9 episódios de estalo: ainda bem que confiei.

Havia visto há algum tempo o primeiro episódio (1h) e fiquei com boa impressão. Arranjei agora tempo para ver mais qualquer coisa e é uma série com um estilo “não está nem aí”, sem se apresentar como avassaladora, mas nem por isso o espírito relax deixa o sabor na boca de estar-se a ver algo apenas só bom. Apesar de estarmos a ver algo aparentemente só cool, o sentimento é de estar-se a ver uma excelente série. Acho que consegui distinguir as duas coisas.

Anyway, um tipo que se torna prostituto. Ou assim. Como na minha religião dizer mais qualquer coisa é spoiler, é ter fé. É daquelas comédias para esboçar sorriso e ficar apenas bem disposto; não é para rir à gargalhada como 30 Rock, The Office. E em 2010 vai ter direito a 2ª season. yay!

E descobri que aparentemente existem pessoas que não só não gostam do The Office US como o detestam. Cada um gosta do que quer. Da mesma forma que cada um tem ou não tem sentido de humor. É a vida!

Outubro 2, 2009

One Dub

Uma boa semana “de coisas que fiz”. Yay!

Setembro 30, 2009

Prison should’ve had more Anatomy on it

E começou a nova temporada da Grey’s Anatomy. Serve o propósito para um breve apontamento.

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– yap, eu vejo uma série de gajas. Sou gay, segundo a definição de uma certa ‘psicologia popular’… –

Provavelmente, desde algures na 2ª temporada, mas por certo desde a 3ª, que a série se transforma numa descida íngreme ao mundo da palhaçada — a saída do Burke foi a gota de água. Apenas se consegue chegar à 5ª temporada ou porque se é gaja (e mesmo assim muitas vezes tal não chega, claro) ou porque já se viu tanto e também já falta tão pouco… E de facto, que 5ª temporada apoteótica!

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Três temporadas de lixo televisivo depois, Grey’s Anatomy voltou a ser Grey’s Anatomy. A primeira metada da 5ª é usada para limpar todaaaa as asneiras que fizeram. Depois, é puro gold. Acaba de forma perfeita. Até senti “nunca mais começa a 6ª”.

Por seu turno, temos Prison Break.

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Não concebo sequer que ninguém no seu perfeito juízo possa dizer que gostou de como a série acabou. Ou melhor, daquela última temporada. Quer dizer, visto “naquela”, apenas pelo lulz do entertenimento, quando não se tem mais nada para fazer… pois sim, tem lá umas explosões e coisas variadas a acontecer. Agora, o entusiasmo de “o resto do mundo tem de parar para eu ter tempo para ver isto”, de todo existirá ainda.

A 1ª temporada é se calhar o inicio de série mais viciante que alguma vez vi. Tortura pura ter de esperar uma semana por mais um episódio. Depois, é a palhaçada. A 2ª aguenta-se até sensívelmente metade, precisamente até que nos damos conta do seguinte: “mas que raio, vão voltar para trás… outra vez?”. E daqui não passa. Durante as 3 penosas temporadas até ao final da série. E ao contrário do que aconteceu com Grey’s Anatomy, os menzinhos nem no final conseguiram dar alguma pujança à coisa. Foi o que se pode chamar, o verdadeiro final flácido. Ou algo parecido…

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E a relação entre o Michael e a “enjoadinha”. Se há paciência para aquilo… não há um único rasgo de paixão, uma ponta de emoção à solta, não há um beijo ardente… ups, há, algures um beijo à séria. É uma cena tão inesperada que até se fica “WTF eles deram mesmo um beijo assim? Isto aconteceu no meu Prison Break?”

– Michael, will we be safe one day?

– One day, I promise you.

– Michael, I want to be happy!

– One day, I promise you.

– Michael, I am a men.

– One day, I promise you.

– Michael, I am stupid.

– One day, I promise you.

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– retrato duma típica sessão de sexo escaldante entre estes dois… –

Que patetice de diálogos. A 4ª já vi apenas por curiosidade de como tudo iria acabar. Era como uma expedição a como destruir uma série excelente. Algo assim.

Setembro 29, 2009

searches e blood

Não a sério, quem é a alma que procura no google vezes sem conta por:

pedronave.wordpress.com

Tipo, procurar pelo próprio endereço do blog? WTF? lol

Identifique-se, sujeito! (lição de como usar esse critério de pesquisa como endereço de facto para vir aqui automaticamente, incluído).

Um bem haja!

E já que aqui estou, vi no Domingo Blood: The Last Vampire.

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Adaptação do filme anime, que por sua vez já é não sei o quê. Estas coisas do anime têm sempre grandes “ramificações”. Estamos a falar do melhor anime que alguma vez vi. Aliás, a melhor animação que alguma vez vi, ponto! Foi nuns Cds da Vanessa que há alguns (já bastantes?) anos arranjei esta pérola. Pelo meio do Furi Kuri que detestei (e depois de rever há uns tempos, ainda detesto — depois explicaram-me que aquilo é feito para a idade em que o vi pela primeira vez, por isso se não gostei antes, dificilmente gostaria agora), havia uma bela pasta/Cd com este nome. Tinha Blood no nome e lá fui eu. E se foi qualquer coisa. Pena foi a frustração de só ter 30 ou 40 minutos. Nem queria acreditar… uma sensação semelhante à que tive com o cancelamento da série Traveler.

Ou seja, esta coisa de Blood: The Last Vampire é algo de culto para mim. E claro, como quase qualquer adaptação de algo animado para live-action o pessoal não gosta. Fui com medo e a rezar ver o filme e… razões infundadas. Muito bom. E para quem gosta de filmes de acção e esteja disposto a ver algo com um toque asiático (ou seja, há sempre alguém pelo meio a voar e uma menina vestida à school girl), é imprescindível mesmo. Good God, adorei as cenas de pancadaria.

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Isto tudo até ao camião que cai na ribanceira. A descida era a pique, assim como a consistência na qualidade do filme. Está bem que pode-se estar tão emaranhado com o anime que pode-se não gostar do live-action. Pessoalmente, acho que estão a ser demasiado duros com o filme e a perder bom entretenimento só porque o anime é melhor e não está retratar não-sei-o-quê-que-eu-penso que é a essência do anime. Agora a partir desta cena da queda do camião… é para esquecer. Jasus, que viagem. O que vale é que o filme não demora muito a acabar.

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Faltou aquele final empolgante do anime, que faz salivar por mais e mais. E só para ver o inicio do anime retratado em live action já vale a pena — depois histórias separam-se.  Nota 4, pelo carisma e é obrigatório para os action lovers. xD.

Para mim trailer é spoilar. Gosto de ir às cegas. Mas uma excepção não faz mal.

E até do anime, para recordar!

Setembro 21, 2009

fini

E já foi.

Podia ter ficado melhor, mas também não ficou assim muito mal. Aliás, podia ter ficado como está caso eu estivesse lá para dinamizar aquilo. Uma coisa assim passiva (destas) tende a fazer pessoas simplesmente esboçarem um WTF. Que no fundo, até é o suficiente.

E depois do MyGames Zon do ano passado e desta XL Party, acho que começo a ter uma ideia clara do que quero para o ano.

Anyway, sobrevivi. Não foi fácil >.<

Setembro 15, 2009

caminete do want!

Esta última semana tem sido bastante aterefada, mas quando comparado com o que se avizinha… se sobreviver bem a esta semana, darei graças. A tudo e mais alguma coisa. E a crise de última hora do transporte da betoneira está a dar cabo de mim.

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Ou melhor, de um carro de caixa aberta / carrinha, para deixar de estar desesperado. Seriously. Segunda-feira, quando regressar a Faro e me deitar na cama… vou respirar. Para na terça, voltar. A fundo!

Setembro 8, 2009

cinema, finally

E como que por milagre, pois então havia cinema para ver em T. Vedras.

Ainda demorámos uns bons 15 minutos a decidir, olhando para todos aqueles cartazes. Não estava com muita paciência. Ao fim de todo aquele tempo, decidi deixar-me nas mãos da Eva e ela que decida por mim, lol.

Gostei da realização. Ou melhor, da parte técnica do filme. As cenas de tiros (super “bum” reais), a “invenção” de silêncio extra nos “pontos de interesse” (na vida real, não se ouve tão poucos ruídos de fundo) e as roupas dos homens (por que já não se usa coisas assim hoje em dia?). A expressão facial do polícia “big boss” é qualquer coisa (excelente casting) e até o Johnny, actor amado por todos mas com o qual não vou muito “à bola”. E diz que a coisa foi real. Deixa sempre algo para imaginar.

Pior é que no meio de tudo, não estava a perceber muito bem o que andava a acontecer. As cenas de tiros são muito bonitas, mas perdia-me quase sempre sobre quem é quem a fazer o quê. E não consegui decorar nomes de personagens com a ligeireza que o filme pede, pelo que eu sei lá quem é o “half Nelson” ou lá como se chama. Quando ele morre é que percebi que ele era supostamente alguém importante, lol.

Mas talvez (provavelmente) o defeito seja meu. Foi giro. Até gostei de como foi feito. Mas não é o meu estilo. Talvez seja por isso. Nota 3.

Setembro 2, 2009

E32k9 ninty miyamoto

Não sou de seguir comics e nem gosto particularmente delas. Não é algo que me faça gastar o meu tempo portanto. No entanto, até sei que perco grandes pérolas. Pelo menos, se tenho alguma ideia igual, tenho consciência tranquila de que não copiei de lado nenhum. É que quando vejo algumas, são tão tão geniais que fico cheio de inveja de não ter sido eu a criar. Especialmente quando tudo depois parece ser tão… lógico, a sua criação.

Por acaso encontrei esta. E o que eu me ri, senhores!! Não vejo muitas, mas mais genial ever destacada. E vai ser difícil batê-la! (quem não percebe um pouco mais de videojogos não vai perceber todo o alcance da mesma).

2009-06-10

Agosto 20, 2009

bruta ‘coisa’

When you are young, you rush to grow up. And once grown up, you mourn that you are no longer young. You spend your time trying to make money only to spend that money to generate more time. You die as if you have never lived. You never grew up, you just grew old. Malstrom

Indeed.

Uma bruta casa, disse a Joana. À espera deles, quando deixarem ‘não-sei-o-quê’.

Uau. Meanwhile… os anos passam. Pode ser que não morram entretanto. Fé!

Julho 20, 2009

Frou Frou

Há quanto tempo… começou a passar na rádio (Lounge-radio) à pouco um som tão familiar invadiu-me. Não me lembrei à primeira, mas uma rápida passagem de olhos pelo winamp e “pois é, é Frou Frou!!”.

Ainda assim, a melhor música para mim é Let Go. Até ao dia de hoje, continua a ser a música da ost de um filme que mais me marcou — do Garden State no caso.

O que será feito da Frou Frou? E dos Mew? The Postal Service? Será que têm alguma música nova? Tenho de investigar isso esta semana.

E é até curioso, porque eu ultimamente ando meio aborrecido com as músicas que tenho para aqui e ando numa de ir descobrir novas coisas. E ainda hoje ouvi uma outra música meio familiar, quando reparo que era Pizzicato Five. Há quantos anos eu ando para ouvir como deve ser isto. Desde 2001 pelo menos. Foi sendo adiado e entretanto nunca mais me lembrei nestes últimos anos.

Tem-me tado a apetecer-me passar para o hdd Cat Power (secretamente desejei que ela tivesse um álbum novo, lol) e até Feist (tinha Rita Red Shoes no hdd, mas as músicas já não me parecem ter uma certa intemporalidade das da Cat e Feist), mas com estas sugestões a deixar-me água na boca, vão poder esperar por outras alturas.